Projeto pró-grilagem da Amazônia passou no senado!
Ato irresponsável, traição mesmo! Autoriza empresas e ONGs estrangeiras a assumirem o controle de 13 milhões de hectares de florestas – área correspondente a dois terços do Estado do Paraná (Pág. 5). À revelia da constituição, doação (na verdade venda) das florestas passa pelo Senado.
Cedendo a pressão das organizações ambientais internacionais, o plenário do Senado Federal aprovou por 43 votos a 14, o PL 62/05 que legitima o saque às riquezas contidas nas florestas brasileiras por empresas e organizações estrangeiras.
À revelia do protesto de ilustres nacionalistas, advogados, cientistas, ambientalistas e militares, o Projeto de gestão de florestas públicas (privatização da Floresta Amazônica), o PL 62/05 passou pela Câmara e pelo Senado em regime de urgência(mesmo sendo, como denunciaram alguns senadores, absolutamente inconstitucional) e, com emendas, volta para apreciação (ratificação) dos deputados federais.
Na passagem pelo Senado (Balcão de Negócios), o projeto recebeu algumas emendas, mas a permissão de concessão a empresas e organizações estrangeiras, interessadas apenas em auferir os estratosféricos lucros proporcionados pela rica diversidade biológica, hídrica e mineral da região amazônica, ainda está presente e é o arcabouço (armadilha) da lei de concessões de florestais.
O projeto “aparentemente” racionaliza a concessão da exploração da floresta, mas, o que vai realmente acontecer é que vamos entregar a soberania da Amazônia em grandes módulos (lotes), sem limites, já que a concessão não tem limitação de tamanho e pode ser feita por 40 anos renováveis por mais 40, ou seja, eternamente!
Pelo projeto quem pegar uma concessão dessas pode entregá-la como garantia de financiamento nos bancos internacionais. E não vão pagar não!
Daqui a 40 anos o banco vem aqui e vai acionar a “justiça” para “cumprimento do contrato” tornando-se dono da área. Com isso a internacionalização da Amazônia já está feita. Que as futuras gerações nos perdoem! Divulguem esta notícia é muito importante!
Cedendo a pressão das organizações ambientais internacionais, o plenário do Senado Federal aprovou por 43 votos a 14, o PL 62/05 que legitima o saque às riquezas contidas nas florestas brasileiras por empresas e organizações estrangeiras.
À revelia do protesto de ilustres nacionalistas, advogados, cientistas, ambientalistas e militares, o Projeto de gestão de florestas públicas (privatização da Floresta Amazônica), o PL 62/05 passou pela Câmara e pelo Senado em regime de urgência(mesmo sendo, como denunciaram alguns senadores, absolutamente inconstitucional) e, com emendas, volta para apreciação (ratificação) dos deputados federais.
Na passagem pelo Senado (Balcão de Negócios), o projeto recebeu algumas emendas, mas a permissão de concessão a empresas e organizações estrangeiras, interessadas apenas em auferir os estratosféricos lucros proporcionados pela rica diversidade biológica, hídrica e mineral da região amazônica, ainda está presente e é o arcabouço (armadilha) da lei de concessões de florestais.
O projeto “aparentemente” racionaliza a concessão da exploração da floresta, mas, o que vai realmente acontecer é que vamos entregar a soberania da Amazônia em grandes módulos (lotes), sem limites, já que a concessão não tem limitação de tamanho e pode ser feita por 40 anos renováveis por mais 40, ou seja, eternamente!
Pelo projeto quem pegar uma concessão dessas pode entregá-la como garantia de financiamento nos bancos internacionais. E não vão pagar não!
Daqui a 40 anos o banco vem aqui e vai acionar a “justiça” para “cumprimento do contrato” tornando-se dono da área. Com isso a internacionalização da Amazônia já está feita. Que as futuras gerações nos perdoem! Divulguem esta notícia é muito importante!
Fonte: Jornal Hora do Povo – Ano XVII – Nº. 2.439 – 03 a 07 de fevereiro de 2006.
Chega de Traição! Revolução pela Educação já!
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