O “Programa Minha Casa Minha Vida” tornou-se um dos mais importantes programas do Governo Lula. O programa inicialmente foi criado para combater os efeitos da crise mundial e o desemprego local, no entanto, esse programa conseguiu “sacudir” o mercado imobiliário e revelar os números assustadores da falta de moradia no Brasil.
Este programa deveria ser permanente e institucionalizado por lei como programa social de obrigação do Governo ou no mínimo ser dada a continuidade conforme vinha acontecendo no governo anterior, mas Dilma sugere um corte parlamentar de 40% neste projeto. O programa terá uma contenção de mais de R$ 5 bilhões nos repasses do governo e passará de R$ 12,7 bilhões para R$ 7,6 bilhões. A justificativa é que a conta do programa herdada por Dilma foi de R$ 9,5 bilhões. Somente no primeiro mês de governo, o programa consumiu R$ 1,1 bilhão, quase 70% de todo o desembolso do ano passado.
De acordo com a ministra Miriam Belchior (Planejamento), a redução de despesa tem relação com o fato de a segunda parte do Minha Casa ainda não ter sido aprovada pelo Congresso. A ministra espera que isso ocorra em abril.
O corte na verdade se deve ao fato de que o próprio governo não soube quantificar de forma precisa o quanto esse Programa Minha Casa Minha Vida tornou-se fundamental para o país.
Esperamos que o governo mantenha e perpetualize o conceito do Programa Minha Casa Minha Vida, ouvindo empresários e mutuários, promovendo constantes ajustes e mudanças que se fizerem necessárias e principalmente atendendo a necessidade da população brasileira.
Este programa deveria ser permanente e institucionalizado por lei como programa social de obrigação do Governo ou no mínimo ser dada a continuidade conforme vinha acontecendo no governo anterior, mas Dilma sugere um corte parlamentar de 40% neste projeto. O programa terá uma contenção de mais de R$ 5 bilhões nos repasses do governo e passará de R$ 12,7 bilhões para R$ 7,6 bilhões. A justificativa é que a conta do programa herdada por Dilma foi de R$ 9,5 bilhões. Somente no primeiro mês de governo, o programa consumiu R$ 1,1 bilhão, quase 70% de todo o desembolso do ano passado.
De acordo com a ministra Miriam Belchior (Planejamento), a redução de despesa tem relação com o fato de a segunda parte do Minha Casa ainda não ter sido aprovada pelo Congresso. A ministra espera que isso ocorra em abril.
O corte na verdade se deve ao fato de que o próprio governo não soube quantificar de forma precisa o quanto esse Programa Minha Casa Minha Vida tornou-se fundamental para o país.
Esperamos que o governo mantenha e perpetualize o conceito do Programa Minha Casa Minha Vida, ouvindo empresários e mutuários, promovendo constantes ajustes e mudanças que se fizerem necessárias e principalmente atendendo a necessidade da população brasileira.
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